segunda-feira, 16 de maio de 2011

Os Eternos Desconhecidos - 1957

Cineasta: Mario Monicelli
Gênero: Comédia
Origem: Itália
Áudio: Italiano
Legenda: Português (separada)
Formato: Avi


Salve !! Segunda-feira estranha, fria, ensolarada, cheia de problemas de percurso, mas o blog CinePub Café continua tinindo para os nossos visitantes, e afirmo mais uma vez que estou satisfeito com nosso avanço, agradecendo também os novos parceiros, sejam bem vindos !! Mas sem tantas delongas vamos falar diretamente do filme, a estréia de Mario Monicelli, um respeitado diretor italiano, aqui no blog. Com um dos seus melhores filmes inclusive. Cheio de referências e saudosismo, o filme figura como um das mais importantes comédias da terra do vinho. Vamos a sinopse.
Em Os Eternos Desconhecido o mestre Mario Monicelli (Quinteto Irreverente) dirige um elenco estrelar liderado por Vittorio Gassman, Marcelo Mastrioanni, Claudia Cardinale e o genial Totò. Nesta divertida sátira aos filmes de assalto, acompanhamos a história de Peppe, um ex-boxeador que, cansado de viver de pequenos golpes, resolve fazer o assalto perfeito. Sua quadrilha é formada por um fotógrafo sem câmara, um ladrão aposentado, um ex-jóquei e um siciliano. O plano parece infalível, mas nada acontece do jeito que o bando imagina. 

Como comédia, o filme despensa comentários, é uma das mais engraçadas que já vi, não tem nenhum tipo de apelação, com um roteiro bem construído, que da até um certo ar de importância para os bandidos, que no entanto possuem fraquezas que os deixam sátiros. A comédia é tão bem feita que inspirou "Crackers" de Louis Malle e Os Trapaceiros de Woody Allen, outros dois cineastas de expressão, já conhecidos aqui do blog. Sob ponto de vista histórico, o filme é importante, no determinado momento em que o neo-realismo perdia espaço para as comédias italianas, aonde problemas sérios eram tratados com graça, mesmo as situações extremas. E para isso Monacelli contou com o que tinha de melhor no seu elenco, inclusive em termos elitistas, foi nesse filme que Totó, um comediante popular, foi reconhecido. A fórmula é tão boa, que tem duas continuações, contudo inferiores e sem expressão. Sem muito mais o que falar, desejo um bom filme, para amenizar o sempre tão terrível começo de semana. 


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